Amesterdão: última noite e até à próxima

24.3.16 Rui Quinta 0 Comments

Com voo agendado para as 5h35 de segunda-feira, chegando a tempo de trabalho, ainda havia uma noite pela frente, o que é especialmente interessante se o teu guia for, no mínimo, o melhor bartender do país.



A primeira paragem da Ronda Noturna era o SkyLounge, o rooftop bar do hotel DoubleTree by HiltonTambém muito próximo da Amsterdam Centraal, o SkyLounge é um dos bares mais populares da cidade, sobretudo devido à sua vista privilegiada.


Essa espetacular vista sobre a cidade é a principal âncora do SkyLounge, mas o restaurante/bar está muito agradável e foi onde acabamos por jantar.

Pedimos doses de bitterballen, um prato holandês que consiste num género de croquetes recheados por uma mistura de carne e tempero, nachos e crunchy chicken, acompanhados de vinho, aproveitando que o menu tem muita variedade nas origens e a qualidade é, pois, Hilton. Escolhemos Bellow's Rock (Nova Zelândia), Von der Leyen (Alemanha) e Bodegas Artadi (Rioja, Espanha).

Seria muito interessante ter fotografias, sim, mas o disco rígido em que estavam as fotos morreu e apenas sobreviveram as fotografias que já tinham sido carregadas para o blog. Do que falta, restam assim algumas fotos de telemóvel que partilho sem especial gosto e a promessa de estava tudo muito bom, desde a comida à bebida, do ambiente à amabilidade do serviço. Imperdível uma subida ao SkyLounge.


Após o jantar, seguimos para ver uma das zonas mais conhecidas de Amesterdão, a Red Light District, que dispensa apresentações. Não é uma área de exceção, pois a prostituição é legalizada em toda a Holanda, mas a Red Light é a maior montra. Fotografias e filmagens não são autorizadas, de modo a proteger as mulheres que estão, literalmente, na vitrina.

Daí seguimos para o The Duchess, bar do W Hotel.

O The Duchess é na verdade um restaurante cujo bar serve de apoio. Se por um lado se pode gabar de ter os melhores cocktails de Amesterdão, o mesmo não se pode dizer do simpatia. O cliente é apenas mais um que entra pela porta.

Foto: The Duchess
Terminamos no Tales & Spirits, um dos 50 Melhores Bares do Mundo, sendo que Amesterdão tem dois. Aqui sim, o atendimento voltou a estar ao nível dos cocktails. E tempo para ir a casa recolher a mala e regressar ao centro para apanhar o comboio rumo ao aeroporto.

Até à próxima

De Amesterdão não há nenhuma atração em particular que eu destaque para ver, porque é uma cidade que vale sobretudo pelo seu conjunto, pelo seu ritmo, pela sua vida. É mais para viver do que para ver. Para arranjar uma bicicleta e perder-se pelos canais e as vielas, como me perdi nestes dois dias, e nos quais rapidamente percebi que me voltaria a perder numa próxima oportunidade. E logo eu que não gosto de repetir cidades.

A cidade é muito cosmopolita, com turistas de todo o lado mas também residentes de todos os continentes. As pessoas são muito afáveis e o inglês é quase uma língua oficial - todos falam.

A próxima oportunidade será um pouco diferente, claro. Algumas coisas não repetirei e espero poder visitar o Casa de Anne Franke e o Palácio Real. Mas a maior parte do tempo será um roteiro em branco. Até à próxima.
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