2016 em revista

31.12.16 Rui Quinta 0 Comments



2016 foi um ano preenchido: 10 países, por 3 continentes e um total de 35 voos. Mas está a terminar e é hora de balanço.

Dos 10 países (9 se excluir Portugal), sete foram uma novidade - Holanda, Bélgica, Emiratos Árabes Unidos, Alemanha, Áustria, Zimbábue e Zâmbia - e dois foram regressos - Espanha e África do Sul. Mas mais do que contar países, contam as experiências.

No que a viagens diz respeito, o ano começou em fevereiro, com uma viagem de fim de semana a Amesterdão. Chegar sexta-feira à noite, abalar segunda-feira de madrugada, rápido mas proveitoso. Por entre os canais, ao ritmo do pedal e guiada por um dos meus melhores amigos, a viver na cidade. Não é uma descoberta surpreendente - afinal, todos já ouviram falar de Amesterdão e arrisco dizer que quase todos têm interesse em visita-la. Mas mesmo não sendo uma descoberta, é uma cidade a recomendar, que justifica toda a boa fama que possa ter.

Março foi o mês de cumprir um dos meus sonhos: um intrarail pela Bélgica. Quatro dias antes da minha chegada deu-se o atentado no aeroporto de Bruxelas que o levaria a estar fechado durante 13 dias e a poucos dias do voo previsto, sem saber se o aeroporto abriria, acabei por mudar os planos e voar para Charleroi. Depois segui para Bruxelas e nos dez dias seguintes passei por AntuérpiaOudenaardeBruges e Gent. Foi a primeira vez em que a minha mobilidade esteve tão dependente dos horários de comboios e ficou o bichinho para algo semelhante no futuro. Bruges entrou diretamente para a minha lista de cidades favoritas, a líder da lista na Europa. Mas compreendo que o que mais me fez gostar dela, como a sua calma, pode ser o que faça outros preferirem a mais movimentada Gent.
Em maio iniciou-se a minha época de trabalhos na SuperSport, que me levou novamente à África do Sul e a Joanesburgo. Procurando aproveitar ao máximo todo o tempo disponível, em maio fui a Durban nadar com os tubarões e regressei à Cidade do Cabo por 3 dias, para ficar ainda mais maravilhado com ela, a cidade onde nenhum turista fala de nenhuma outra. Os locais não acreditam em todos os elogios que lhe fazemos, mas entre os turistas o encanto é unânime.

O regresso foi algo de loucos. Entre a manhã de um dia e a noite do dia seguinte voei Cidade do Cabo-Joanesburgo(com mudança de aeroporto)-Dubai-Lisboa-Faro. Ainda tive uma mini visita ao Dubai para ver os prédios, o Dubai Mall e as praias, mas a lente da máquina tinha-se partido no último dia no Cabo e creio que as fotografias (por estarem danificadas) nunca virão cá parar. Acredito que voltarei mas apenas na mesma condição: em escala para outro sítio.

Acabado de chegar à Europa, em junho fui a Munique, viagem que fui contando aqui ao longo do último mês, com um desvio por Salzburgo, que ainda está por vos mostrar. Salzburgo é uma das cidades mais pitorescas que já visitei e recomendo... mas cada coisa a seu tempo.

Em julho voltei a Joanesburgo e fui até ao Pilanesberg National Park para um dia de safari entre a bicharada. E depois de 10 dias em Portugal, em Agosto regressei a África, desta vez para visitar (também) mais 2 países: Zimbábue e Zâmbia. Estive dos dois lados das Victoria Falls, um tesouro da natureza que nos cai do Rio Zambezi. E aproveitei para mais um regresso à minha cidade favorita, agora para subir a Table Mountain. Um dia incrível, com horas de caminhada sozinho na montanha (não recomendado por questões de segurança) que me despertou uma grande vontade de fazer mais trekking e montanhismo nos próximos tempos... o que não me parece nada fácil no Algarve. Mas vou arranjar forma de fazer algo já em 2017.
A última viagem do ano também foi um regresso, agora a Madrid, para ver a digressão da NBA na Europa e o jogo Real Madrid vs Oklahoma City Thunder. Foi a minha quarta vez na cidade, mas a primeira no Palácio Real e os seus museus.

Como disse antes, houve uma lente fotográfica que se partiu e, pior, o disco rígido do portátil que utilizava avariou-se e com isso perderam-se as fotos dos últimos anos (e dos primeiros dois meses de 2016) - apenas sobreviveram as que foram colocadas no blog. Mas foi também o ano em que comecei a fazer alguns vídeos e dediquei-me a melhorar a fotografia, com alguns resultados que já me agradaram bastante. E vai continuar a ser assim.

2017

2016 foi bom. Foi mesmo muito bom! Mas agora é tempo de fazer 2017 ser ainda melhor. Em princípio andarei por seis países estrangeiros, três deles pela primeira vez, com destinos que me enchem de expectativas. Mas como alguns projetos ainda não estão totalmente garantidos, para já não adiantarei mais.
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Bom ano a todos!
Vamos fazer 2017 ser fantástico!
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